domingo, 19 de setembro de 2010

Hoje eu sonhei com você, mais uma vez.
Só que dessa vez não havia a sensação de que alguma coisa estava errada, tudo estava errado, e eu sabia. Era algo além de uma sensação.
Ainda sim eu insistia e me esforçava em lembrar que esse ceticismo intuitivo não passa de um sensacionalismo, mas dessa vez foi completamente mais intenso. Realmente, não era só uma sensação e muito menos uma besteira.
Tudo estava errado, e acho que dessa vez eu fiz questão de estar no meio de tudo: lugar, hora, pessoas, situação, sentimentos, tudo errado. Talvez seja por isso que essa agonia esteja tão forte, talvez porque foi jogada a realidade toda de uma vez só sobre uma menina que vive de sonhos. É bem chato ver quando não um, vários sonhos, de qualquer pessoa que seja, por mais irreais que eles parecam, serem destruídos, mas às vezes isso acontece, provavelmente não é nenhuma tragédia ou coisa do tipo, mas é no mínimo algo pesaroso de se presenciar, principalmente quando não há o que fazer ou falar para mudar qualquer coisa, nem mesmo alguma outra mentira ou... ilusão.
De qualquer maneira, bom mesmo é não filosofar muito sobre toda essa questão de objetivos, no fundo acho que cada um sabe o seu, e todo o bla bla bla bonitinho já foi visto. Eu sei mesmo é que depois daquela noite eu não fui a mesma. Eu sei que foi, literalmente, um sonho, mas foi uma das experiencias mais intesas que eu pude experimentar, e eu não sei à quem eu devo isso. Pode ser só um truque bobo do meu cérebro, me fazendo estar, sentir e ouvir tudo o que eu quero, mas, por um segundo, quem sabe, poderia significar algo a mais, poderia ser que...
Não, realmente, é coisa de gente que vive nas alturas. Não poderia ser nada. Por mais prazerosa que a noite bem dormida tenha sido, a manhã não tardou, quando eu acordei simplesmente não havia mais nada do que eu acreditava comigo, muito pelo contrário, o pouco que eu tinha, resolveu partir naquele mesmo dia.


Eu tô dramática demais hoje, mais do que o normal. ¬¬ Saco.

sábado, 11 de setembro de 2010

Você não merece nada

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Daquela vez tinha algo nos olhos dele que me dizia que essa poderia ser a última vez.
Eu sei que você tem estado chateado, eu só desejava poder ter estado mais ao seu lado... talvez eu ainda pudesse mudar algo.
Mas tudo bem, mesmo achando que você nunca tenha percebido que vai ter uma pessoa aqui que sente sua falta, eu acho que só posso aceitar o seu "Adeus". Então adeus, eu realmente espero que você ache seja lá o que você procura, por mais que isso me machuque.
E obrigada pela despedida, e mais ainda por me deixar saber que você está inteiro, e bem.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

- Eu preciso te confessor uma coisa, meu amor. Eu menti pra você.
- Como assim? Eu sempre confiei em você, você nunca faria nada pra me magoar, não é possível...
- Calma, eu quero falar isso. Lembra daquelas primeiras 3 semanas que passamos juntos? Eu preciso te confessar uma coisa.
Em uma daquelas noites, você disse "eu te amo" enquanto dormia.
Eu nunca te contei isso, pois não queria que você soubesse... porque eu deveria ser o primeiro a dizer "eu te amo". Desculpa.

domingo, 5 de setembro de 2010

Let it be...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Eu escolhi te amar.
Eu tomei essa decisão, sobre querer estar com você o maior tempo possível, e revogar tudo e todos, qualquer um, qualquer coisa, qualquer situação.
Eu fiz isso não por você, não por mim... fiz isso pelo drama de não tentar. Eu queria apenas uma resposta, queria um "tudo vai ficar bem".
Estupidamente achei que algo havia mudado, e de certa forma eu não estava errada. Havia alguma coisa diferente, o oposto do que eu desejava. 
A melhor sensação é a surpresa, o inesperado. Quando eu já não acreditar mais, quando eu sacrificar até a minha alma por ti, sem sinceramente esperar nada em retorno, é quando você deve me lembrar que me ama. É quando você deve estar me esperando na porta de casa só porque você estava sentindo saudades. É quando você deve dizer o que sente, me surpreender, droga.
Entenda, é inegavel que eu sou meio assim, sensacionalista. E eu não me importo, não ligo pra abraços inesperados, sorrisos sinceros, desabafos histéricos, não me importo. Aliás, vejo até beleza em tudo isso. Na efusão de sentimentos.
Mas acho que você não é assim, e até deve se envergonhar por me ver assim, mas essa sou eu. E eu estou satisfeita. Ora, é claro que eu adoraria te ver como sempre imaginei, mas, quem sabe, eu preciso de uma vez por todas perceber que nem todos estão dispostos a mudar por alguém, a tentar ser diferente, a simplesmente tentar. E não importa o motivo, o que importa é tentar, é se mexer.
Chega. 
Você não vai mesmo mudar. Não vai me ligar só pra ouvir minha voz, não vai chorar enquanto fala comigo, nem mesmo reler nossas conversar e rir quando se lembrar até onde chegamos, não vai fazer nada que eu faria. Não vai acontecer nada disso, nunca mais eu vou chegar em casa e te ver me esperando, não iremos mais rir, mais acreditar um no outro, no fundo, não há nem razão para nos falarmos mais. Mas desde quando eu me importo com essa porcaria de razão? Droga.