Hoje eu sonhei com você, mais uma vez.
Só que dessa vez não havia a sensação de que alguma coisa estava errada, tudo estava errado, e eu sabia. Era algo além de uma sensação.
Ainda sim eu insistia e me esforçava em lembrar que esse ceticismo intuitivo não passa de um sensacionalismo, mas dessa vez foi completamente mais intenso. Realmente, não era só uma sensação e muito menos uma besteira.
Tudo estava errado, e acho que dessa vez eu fiz questão de estar no meio de tudo: lugar, hora, pessoas, situação, sentimentos, tudo errado. Talvez seja por isso que essa agonia esteja tão forte, talvez porque foi jogada a realidade toda de uma vez só sobre uma menina que vive de sonhos. É bem chato ver quando não um, vários sonhos, de qualquer pessoa que seja, por mais irreais que eles parecam, serem destruídos, mas às vezes isso acontece, provavelmente não é nenhuma tragédia ou coisa do tipo, mas é no mínimo algo pesaroso de se presenciar, principalmente quando não há o que fazer ou falar para mudar qualquer coisa, nem mesmo alguma outra mentira ou... ilusão.
De qualquer maneira, bom mesmo é não filosofar muito sobre toda essa questão de objetivos, no fundo acho que cada um sabe o seu, e todo o bla bla bla bonitinho já foi visto. Eu sei mesmo é que depois daquela noite eu não fui a mesma. Eu sei que foi, literalmente, um sonho, mas foi uma das experiencias mais intesas que eu pude experimentar, e eu não sei à quem eu devo isso. Pode ser só um truque bobo do meu cérebro, me fazendo estar, sentir e ouvir tudo o que eu quero, mas, por um segundo, quem sabe, poderia significar algo a mais, poderia ser que...
Não, realmente, é coisa de gente que vive nas alturas. Não poderia ser nada. Por mais prazerosa que a noite bem dormida tenha sido, a manhã não tardou, quando eu acordei simplesmente não havia mais nada do que eu acreditava comigo, muito pelo contrário, o pouco que eu tinha, resolveu partir naquele mesmo dia.
Só que dessa vez não havia a sensação de que alguma coisa estava errada, tudo estava errado, e eu sabia. Era algo além de uma sensação.
Ainda sim eu insistia e me esforçava em lembrar que esse ceticismo intuitivo não passa de um sensacionalismo, mas dessa vez foi completamente mais intenso. Realmente, não era só uma sensação e muito menos uma besteira.
Tudo estava errado, e acho que dessa vez eu fiz questão de estar no meio de tudo: lugar, hora, pessoas, situação, sentimentos, tudo errado. Talvez seja por isso que essa agonia esteja tão forte, talvez porque foi jogada a realidade toda de uma vez só sobre uma menina que vive de sonhos. É bem chato ver quando não um, vários sonhos, de qualquer pessoa que seja, por mais irreais que eles parecam, serem destruídos, mas às vezes isso acontece, provavelmente não é nenhuma tragédia ou coisa do tipo, mas é no mínimo algo pesaroso de se presenciar, principalmente quando não há o que fazer ou falar para mudar qualquer coisa, nem mesmo alguma outra mentira ou... ilusão.
De qualquer maneira, bom mesmo é não filosofar muito sobre toda essa questão de objetivos, no fundo acho que cada um sabe o seu, e todo o bla bla bla bonitinho já foi visto. Eu sei mesmo é que depois daquela noite eu não fui a mesma. Eu sei que foi, literalmente, um sonho, mas foi uma das experiencias mais intesas que eu pude experimentar, e eu não sei à quem eu devo isso. Pode ser só um truque bobo do meu cérebro, me fazendo estar, sentir e ouvir tudo o que eu quero, mas, por um segundo, quem sabe, poderia significar algo a mais, poderia ser que...
Não, realmente, é coisa de gente que vive nas alturas. Não poderia ser nada. Por mais prazerosa que a noite bem dormida tenha sido, a manhã não tardou, quando eu acordei simplesmente não havia mais nada do que eu acreditava comigo, muito pelo contrário, o pouco que eu tinha, resolveu partir naquele mesmo dia.
Eu tô dramática demais hoje, mais do que o normal. ¬¬ Saco.