"Não sei quanto tempo demorei pra perceber, mas lá pro final de setembro vi que N não me procurava mais quando raramento saíamos, ele mal se importava em sentar do meu lado. Foi aí que veio o desespero.
Nunca soube que ser indiferente poderia fazer tanto mal, e por mais que eu não falasse nada, meus olhares e suspiros me entregavam, me entregavam para ele. Ele estava sempre tão distante, tanto física como mentalmente.
Eu o desejava mais do que nunca, gritava implorando por uma ultima noite, mas ele estava longe demais pra me ouvir. Eu queria ele. Minha vontade só aumentava conforme ele me ignorava, e eu já não sabia mais o que fazer, acho que já estão até de sao cheio de mim, choramingando por aí, sobre N.
Doia olhar para ele. Doia mesmo, não era uma dor figurada. Meus braços tremiam, minha cabeça girava, sentia falta de ar e nuna tentativa de conseguir mais oxigenio, meus pulmões se expandiam, apertando meu coração contra minhas costelas.
Fui acordada pela voz da Marina. (...)"
Nunca soube que ser indiferente poderia fazer tanto mal, e por mais que eu não falasse nada, meus olhares e suspiros me entregavam, me entregavam para ele. Ele estava sempre tão distante, tanto física como mentalmente.
Eu o desejava mais do que nunca, gritava implorando por uma ultima noite, mas ele estava longe demais pra me ouvir. Eu queria ele. Minha vontade só aumentava conforme ele me ignorava, e eu já não sabia mais o que fazer, acho que já estão até de sao cheio de mim, choramingando por aí, sobre N.
Doia olhar para ele. Doia mesmo, não era uma dor figurada. Meus braços tremiam, minha cabeça girava, sentia falta de ar e nuna tentativa de conseguir mais oxigenio, meus pulmões se expandiam, apertando meu coração contra minhas costelas.
Fui acordada pela voz da Marina. (...)"
Pedaço do meu livro, hm. *-*
Nenhum comentário:
Postar um comentário